quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Façam o favor de ser felizes

Será possivel um mundo melhor? Será que a música pode ser uma forma de o fazer? Playing for change é um daqueles projectos que nos fazem pensar em coisas boas e sorrir. 'Façam o favor de ser felizes'.

quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010

Rosa Lobato Faria

segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Geração de rapazes frustrados

Depois das gerações rasca e perdida chega a geração de rapazes frustrados!

«As raparigas têm hoje melhores notas e vão mais longe; os rapazes desistem, muitos deles logo no fim da escolaridade obrigatória... Isto está a acontecer não por os rapazes se terem tornado, de repente, mais estúpidos, mas em grande medida, avisam os investigadores, por eles estarem a ser ensinados e avaliados num sistema que valoriza as características próprias das raparigas e penaliza as dos rapazes... Se os rapazes passarem a interiorizar, maioritariamente, a ideia de que desafiar a escola e ser mau aluno é "normal", estarão criadas as condições para que os homens sejam, amanhã, uma nova classe baixa das sociedades desenvolvidas ocidentais.»
domingo, 31 de Janeiro de 2010

Primeiro estranha-se…

António Barreto defendeu que o ensino básico e secundário deviam ser entregues à responsabilidade das autarquias. Talvez seja uma boa forma de promover o interesse e aumentar a participação no poder local – atribuir novas e reforçadas competências em áreas, como a educação, nas quais a sociedade deveria estar bem mais envolvida. O facto de algumas autarquias serem geridas por pessoas de duvidosa qualidade cívica e política não retira mérito à ideia. Pelo contrário, o poder local passará a ser disputado não apenas por interesses de empreiteiros, mas também por pais, educadores e professores, haverá outra forma de o transformar?
sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Orçamento de Estado 2010

Aqui está uma visão interessante da coisa. É só clicar nos campos de receita ou de despesa orçamentada para ficar com uma ideia sobre de onde vêm e para onde vão os nossos pudins!
quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Questões teológicas

Muita gente insiste em fazer de Deus uma figura carrancuda e sorumbática, mas convenhamos, ainda que seja verdade, Jesus iniciou o seu ministério a transformar água em vinho numa festa de casamento, isto há-de querer dizer alguma coisa!
quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Ainda a gripe A


Há muito a discutir e lições a tirar da campanha de 'gestão' da gripe A (não só da campanha de vacinação, mas da gestão do problema desde o início). Mas esta discussão deve ser técnica e não política. Pelo menos os políticos deviam ter vergonha em vir inquirir a desgraçada da ministra da saúde.

Acho estranho que a ministra seja posta em cheque por causa da 'compra excessiva de vacina', quando as mesmas vozes há uns meses atrás a inquiriam se 'achava correcto comprar vacina para apenas um terço da população'. Preso por ter cão, preso por não ter.

Se a reacção do ministério e da DGS fosse relativizar a gravidade da doença, ad inicium, não tomando grandes medidas profiláticas nem fazendo uma campanha agressiva, tinha caído o carmo e a trindade à primeira vítima mortal da gripe.

De lembrar que a campanha de profilaxia e vacinação da gripe A não diferiu muito, em termos de estratégia da DGS, das campanhas para qualquer gripe sazonal (vacinação de grupos de risco e insistência de regras básicas de higiéne - o lavar as mãos). A grande diferença foi o foco que a comunicação social, e daí a população em geral, deram à questão. A DGS limitou-se a 'aproveitar' a boleia deste veículo de informação. E bem. Conseguiram-se ganhos enormes em gestão de comportamentos e instalações (as escolas passaram a ter sabão nas casas de banho, as pessoas passaram a usar lenços descartáveis e a lavar as mãos após lhes tussirem, etc).

Do ponto de vista de vacinação, a estratégia foi a mesma de sempre. Identificação de grupos de risco, prioritização de vacinação (porque não há capacidade nunca de se vacinar toda a gente ao mesmo tempo). A única diferença desta campanha foi não se pôr a vacina no circuito comercial por medo de assambarcamento (devido ao pânico generalizado que havia, por muito que se tentasse relativizar) da vacina e que estas não chegassem a quem precisava (grupos de risco), mas aos mais hábeis. Todos os anos, sobram vacinas da gripe sazonal. A diferença é que o risco e 'prejuízo' (entre aspas pois o lucro é sempre enorme) na vacina sazonal é das farmácias. Nesta gripe A passou a ser do estado. Mas o caos teria sido enorme, se assim não fosse. E mais uma vez cairia o carmo e a trindade.

Por outro lado, cada morte por gripe A, com ou sem factores de risco de complicações, foi noticiada ad nauseum, e a dor normal de cada família enlutada foi partilhada por uma preocupação generalizada, quase pânico. Mas para a DGS e profissionais de saúde no geral esses desfechos mortais são esperados (para a gripe A e sazonal).

Se há reflexões a tirar será a do reflexo financeiro nos estados da falta de ética jornalística, da capacidade desta causar pânico, no reflexo deste pânico nos serviços de saúde. Foi a primeira vez que tentámos jogar o jogo com as regras do lado de lá. Temos muito a aprender, mas foi uma boa experiência.
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Gerações perdidas e afins

Será importante prestar atenção à forma como tratamos as gerações mais novas, quanto mais não seja porque esse será um excelente prenúncio da forma como elas nos irão tratar no futuro. Adjectivos como geração rasca e geração perdida são bons exemplos da desvalorização a que a geração dourada está a ser sujeita. Para quem não sabe a geração dourada é a geração jovem actual e é dourada porque é a geração melhor preparada e qualificada de sempre! Há neste momento no mundo tantas pessoas a licenciarem-se como houve pessoas licenciadas em toda a história da Humanidade. Did you know that?
segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

Aparências

Vivemos numa sociedade de aparências. Talvez seja herança da cultura romana que nos diz que da ”mulher de César não basta ser, tem de parecer”. O contrário é muitas vezes esquecido. Não basta parecer, tem de ser!... Ou será que não?
terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Velhos, velhinhos!

Pensava que era só eu a ficar velho...
quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Geração perdida

Estou cansado de debates sobre o futuro, particularmente, sobre o futuro de Portugal. Sempre ignorei os comentários sobre a geração rasca e os lamentos acerca da geração perdida passam-me ao lado. A Lost Generation gerou mudança porque quis. Portugal tem mudado e vai mudar ainda mais. Quantos aos lamentos e aos 'velhos do restelo' dedico uma bela música, até porque we are not what you think we are, we are GOLDEN... and we know it!!


quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Concerto de reis

quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Coisas para pais

Avatar é um filme que irá revolucionar a indústria cinematográfica. Veja-se o conselho que é dado aos pais de crianças pequenas para o evitarem, a propósito da elevada carga sensorial que proporciona, apesar de (assim a peça o noticia) a neurologista em questão ‘desconhecer estudos científicos sobre esta matéria’! Efectivamente, a realidade em 3d é recente, contudo, existem já vários estudos sobre os possíveis efeitos benéficos ou nefastos de uma exposição intensa (entre duas a quatro horas diárias) em crianças pequenas (com menos de dois anos) à estimulação visual televisiva e de vídeo jogos.

No que toca a “elevada carga sensorial” os spots publicitários são, intencionalmente, produzidos com grande número de quebras de enquadramento de câmara em curtos períodos de tempo. Torna-se cada vez mais difícil percepcionar toda a informação que é produzida na publicidade televisiva e isso é intencional; o esforço despendido a processar a informação visual retêm a atenção e tende a retardar e até impedir que se mude de canal. E, sim, tudo isto está estudado ao milésimo de segundo. Possíveis efeitos nefastos? Para já os estudos apontam no sentido de uma correlação com síndrome de hiperactividade e défice de atenção, a título de exemplo...

Tanto a American Academy of Pediatrics, como a American Psychological Association têm estado atentas a estes estudos e elaboraram pareceres recentemente que deviam merecer alguma atenção e reflexão por parte de toda a sociedade.

Moral da história: não basta pô-los em frente à televisão.
segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Após um mês de afasia, uma imagem vale mais que mil palavras

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Benzeno...bem perto de nós

Proximidades da VCI