Existirão momentos melhores e momentos piores, mas todos os momentos são válidos para se fazer o que está certo.
Juro que na minha ingenuidade nunca consegui aceitar, em toda a sua extensão, que isto alguma vez se tivesse passado. A malta realmente tem uma imaginação soberba no que toca a ser cruel para com outros.
Pablo Escobar - o filho e os filhos das vítimas. Eu quero ir ver...depois de 19 de Novembro.
Costumo consultar o dicionário da Priberam online cada vez que tenho dúvidas (que são muitas). Nesse site é promovida diariamente uma palavra e sempre achei, por outros antecedentes, que havia ali um sentido de humor muito....como hei-de dizer...virado para a cueca. Mas esta palavra do dia tirou-me as dúvidas.
"o sofrimento potencia a genialidade..."
O PS apresentou o programa de governo que sugere novas vocações autárquicas.
O processo de descentralização de competências para os municípios será continuado e aprofundado nos seguintes domínios:
• Transferência para os municípios da gestão dos equipamentos educativos afectos à escolaridade obrigatória;
• Aprovação até 2011 das Cartas Sociais Municipais, prevendo a rede de equipamentos sociais a criar na próxima década, de modo a atingir os objectivos de coesão social definidos a nível nacional no apoio à primeira infância, aos idosos, aos cidadãos portadores de deficiência e no combate à exclusão social;
• Promoção das redes sociais locais, a nível do município e da freguesia, com a participação determinante das instituições de solidariedade social;
• Consolidação do papel dos municípios na gestão dos agrupamentos de centros de saúde e no planeamento da rede de cuidados de saúde primários ao nível supramunicipal;
• Criação de programas locais de promoção de modos de vida saudável, da saúde escolar e de redes de apoio comunitário aos idosos e aos doentes crónicos;
• Exercício pelos municípios de funções de autoridade local de saúde pública.
A defesa de qualidade de vida em ambiente urbano é uma prioridade emergente nas políticas locais, desenvolvendo-se, designadamente, através das seguintes medidas:
• Criação de programas locais e regionais de produção e utilização de energias renováveis, com benefício no modelo de financiamento das autarquias locais dos municípios produtores de energia hídrica, eólica, solar e das ondas;
• Estabelecimento de programas de generalização das energias renováveis e de eficiência energética nos equipamentos públicos locais e nas redes de transportes públicos;
• Programas metropolitanos e intermunicipais de promoção e discriminação positiva da utilização de transportes públicos e de veículos utilizadores de energias renováveis, penalizando o uso do transporte individual em áreas urbanas, a desenvolver pelas Autoridades Metropolitanas de Transportes;
• Criação de políticas locais de promoção da utilização eficiente da água, da energia e de incentivo à recolha selectiva, reciclagem e tratamento de resíduos;
• Estabelecimento de programas locais de habitação privilegiando a reabilitação urbana e a colocação obrigatória no mercado, de venda ou de arrendamento, dos prédios devolutos, sendo desincentivada a nova construção em áreas urbanizáveis nos municípios sem crescimento populacional.
O processo de descentralização de competências para os municípios será continuado e aprofundado nos seguintes domínios:
• Transferência para os municípios da gestão dos equipamentos educativos afectos à escolaridade obrigatória;
• Aprovação até 2011 das Cartas Sociais Municipais, prevendo a rede de equipamentos sociais a criar na próxima década, de modo a atingir os objectivos de coesão social definidos a nível nacional no apoio à primeira infância, aos idosos, aos cidadãos portadores de deficiência e no combate à exclusão social;
• Promoção das redes sociais locais, a nível do município e da freguesia, com a participação determinante das instituições de solidariedade social;
• Consolidação do papel dos municípios na gestão dos agrupamentos de centros de saúde e no planeamento da rede de cuidados de saúde primários ao nível supramunicipal;
• Criação de programas locais de promoção de modos de vida saudável, da saúde escolar e de redes de apoio comunitário aos idosos e aos doentes crónicos;
• Exercício pelos municípios de funções de autoridade local de saúde pública.
A defesa de qualidade de vida em ambiente urbano é uma prioridade emergente nas políticas locais, desenvolvendo-se, designadamente, através das seguintes medidas:
• Criação de programas locais e regionais de produção e utilização de energias renováveis, com benefício no modelo de financiamento das autarquias locais dos municípios produtores de energia hídrica, eólica, solar e das ondas;
• Estabelecimento de programas de generalização das energias renováveis e de eficiência energética nos equipamentos públicos locais e nas redes de transportes públicos;
• Programas metropolitanos e intermunicipais de promoção e discriminação positiva da utilização de transportes públicos e de veículos utilizadores de energias renováveis, penalizando o uso do transporte individual em áreas urbanas, a desenvolver pelas Autoridades Metropolitanas de Transportes;
• Criação de políticas locais de promoção da utilização eficiente da água, da energia e de incentivo à recolha selectiva, reciclagem e tratamento de resíduos;
• Estabelecimento de programas locais de habitação privilegiando a reabilitação urbana e a colocação obrigatória no mercado, de venda ou de arrendamento, dos prédios devolutos, sendo desincentivada a nova construção em áreas urbanizáveis nos municípios sem crescimento populacional.
"Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir"
Winston Churchill
Acabo de receber mais um daqueles mails a denunciar um escândalo na política. Alegadamente Alberto Costa nomeara para assessora para a página da Web do Ministério a sua filha, Susana Isabel Costa Dutra com um salário de 3400 euros. Leio e penso logo "*!?$#"/, mais disto???". O segundo pensamento é: "para quem vou mandar isto, é preciso denunciar estas situações!". E finalmente o terceiro e pelo qual me sinto particularmente satisfeito: " vou verificar esta história antes de a encaminhar."
Encontro rapidamente desmentidos oficiais assim como a referência aos 3 filhos de Alberto Costa: Jaime, Joana e Inês. Inacreditável é a quantidade de referências na net com a mesma acusação e muitas sem desmentido nem que fosse no comentário. Mais ainda, mesmo na presença de algum comentário racional que mostrasse a falsidade da acusação, um sem número de jumentos zurravam a mesma acusação umas linhas abaixo.
O curioso é que a mesma Internet (que não existia nos tempos do Churchill :-P) que potencia aquilo que ele disse, permite uma rápida consulta à procura de factos que permitam averiguar a veracidade de muitas afirmações. Mas confesso que por uma fracção de segundo, esteve ali, aquela vontade de reencaminhar a mentira com a indignação a fervilhar no peito...
O problema é que são estes tiros ao lado que depois dão coletes à prova de bala aos verdadeiros problemas.
Winston Churchill
Acabo de receber mais um daqueles mails a denunciar um escândalo na política. Alegadamente Alberto Costa nomeara para assessora para a página da Web do Ministério a sua filha, Susana Isabel Costa Dutra com um salário de 3400 euros. Leio e penso logo "*!?$#"/, mais disto???". O segundo pensamento é: "para quem vou mandar isto, é preciso denunciar estas situações!". E finalmente o terceiro e pelo qual me sinto particularmente satisfeito: " vou verificar esta história antes de a encaminhar."
Encontro rapidamente desmentidos oficiais assim como a referência aos 3 filhos de Alberto Costa: Jaime, Joana e Inês. Inacreditável é a quantidade de referências na net com a mesma acusação e muitas sem desmentido nem que fosse no comentário. Mais ainda, mesmo na presença de algum comentário racional que mostrasse a falsidade da acusação, um sem número de jumentos zurravam a mesma acusação umas linhas abaixo.
O curioso é que a mesma Internet (que não existia nos tempos do Churchill :-P) que potencia aquilo que ele disse, permite uma rápida consulta à procura de factos que permitam averiguar a veracidade de muitas afirmações. Mas confesso que por uma fracção de segundo, esteve ali, aquela vontade de reencaminhar a mentira com a indignação a fervilhar no peito...
O problema é que são estes tiros ao lado que depois dão coletes à prova de bala aos verdadeiros problemas.
Nos dias que correm toda a gente quer ser muito independente. É tão fácil cair na falácia e esquecer a importância de bem escolher com quem queremos ser mais inter-dependentes. Somos frágeis…
Francisco Van Zeller é o arauto da defesa de algum empresariado português incapaz de tornar as empresas competitivas e que à mínima dificuldade apela à contenção de salários sob pena de despedir.
Em Portugal uma empresa, quando não é bem gerida, lida com qualquer vento menos favorável, como os actuais valores de inflação, pedindo proteccionismo do estado com recurso à chantagem, se necessário, e sacrifica sempre os recursos humanos. E o que se faz? Pára-se tudo. Pára-se o desenvolvimento da economia para socorrer a mediocridade que floresce num quadro de políticas salariais baixas.
Até as associações de comerciantes, cegas pelo compadrio provinciano, e presas à dicotomia da luta de classes do século XIX, entre patronato e proletariado, não conseguem ver além do mísero salário da meia dúzia de empregados que têm. Não entendem que aumentar os salários tornaria a riqueza melhor distribuída e aumentaria o consumo cá. Quem o tem para gastar vai com as filhas a Milão e a Paris fazer compras e passa férias nas Caraíbas ou na Côte d'Azur.
Uma empresa não é um feudo pessoal do patrão, ela pertence aos stakeholders, quantos empresários em Portugal conhecem o significado da palavra sequer?
Como podem viver as famílias portuguesas com 400 euros por mês ou ambos no desemprego? Um país desenvolvido não pode permitir estas assimetrias. Haja mercado, desenvolva-se a economia, basta de proteger a mediocridade. O que é demais, é demais.
Em Portugal uma empresa, quando não é bem gerida, lida com qualquer vento menos favorável, como os actuais valores de inflação, pedindo proteccionismo do estado com recurso à chantagem, se necessário, e sacrifica sempre os recursos humanos. E o que se faz? Pára-se tudo. Pára-se o desenvolvimento da economia para socorrer a mediocridade que floresce num quadro de políticas salariais baixas.
Até as associações de comerciantes, cegas pelo compadrio provinciano, e presas à dicotomia da luta de classes do século XIX, entre patronato e proletariado, não conseguem ver além do mísero salário da meia dúzia de empregados que têm. Não entendem que aumentar os salários tornaria a riqueza melhor distribuída e aumentaria o consumo cá. Quem o tem para gastar vai com as filhas a Milão e a Paris fazer compras e passa férias nas Caraíbas ou na Côte d'Azur.
Uma empresa não é um feudo pessoal do patrão, ela pertence aos stakeholders, quantos empresários em Portugal conhecem o significado da palavra sequer?
Como podem viver as famílias portuguesas com 400 euros por mês ou ambos no desemprego? Um país desenvolvido não pode permitir estas assimetrias. Haja mercado, desenvolva-se a economia, basta de proteger a mediocridade. O que é demais, é demais.
Lurdes e Lino foste"s"!
Aumentou claramente o nível de estrogénios no Conselho de Ministros (nada a opôr!).
"Uma aventura" na Educação, uma pianista com sete discos gravados na Cultura...e o Augusto Santos Silva já tem uma pasta mais adequada a quem gosta de "malhar" e até pode ir dar umas explicações de como se faz isso aos alunos do Colégio Militar...(desculpem, n resisti!)
Resumindo, deve correr melhor...espero!
Aumentou claramente o nível de estrogénios no Conselho de Ministros (nada a opôr!).
"Uma aventura" na Educação, uma pianista com sete discos gravados na Cultura...e o Augusto Santos Silva já tem uma pasta mais adequada a quem gosta de "malhar" e até pode ir dar umas explicações de como se faz isso aos alunos do Colégio Militar...(desculpem, n resisti!)
Resumindo, deve correr melhor...espero!
As reacções emotivas e não fundamentadas às declarações de Saramago, sejam de apoio ou de repulsa, não ajudam em nada a causa nem de fieis à Igreja nem de ateus.
Saramago afirma: “a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana”. A bíblia é um conjunto de 66 livros, escritos por pessoas diferentes em épocas e locais diferentes, nunca poderá ser UM manual. Esses livros encontram-se divididos entre velho e novo testamento. O ‘testamento’ refere-se ao acordo que Deus terá celebrado com a humanidade. Na bíblia há dois acordos: um velho e um novo, o que distingue judaísmo de cristianismo. Para os judeus o primeiro testamento é o único e verdadeiro, logo, continuam a aguardar a vinda de ‘O Messias’. Para os cristãos o novo regova o velho e é o que está em vigor, porque 'O Messias' já veio – Jesus Cristo.
Não será por acaso que Saramago diz que vai incomodar os judeus. As narrações cruéis são, essencialmente, narrações do velho testamento. E elas existem. Estão lá. É só ler, começa em Génesis e vai até Malaquias. A interpretação dessas narrações é um exercício de exegese.
Beneficiará quem estiver disponível para trocar ideias e desenvolver pensamento, seja adepto de uma ou de outra perspectiva. O que tanta falta faz por terras lusas, neste e noutros assuntos.
Saramago afirma: “a Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana”. A bíblia é um conjunto de 66 livros, escritos por pessoas diferentes em épocas e locais diferentes, nunca poderá ser UM manual. Esses livros encontram-se divididos entre velho e novo testamento. O ‘testamento’ refere-se ao acordo que Deus terá celebrado com a humanidade. Na bíblia há dois acordos: um velho e um novo, o que distingue judaísmo de cristianismo. Para os judeus o primeiro testamento é o único e verdadeiro, logo, continuam a aguardar a vinda de ‘O Messias’. Para os cristãos o novo regova o velho e é o que está em vigor, porque 'O Messias' já veio – Jesus Cristo.
Não será por acaso que Saramago diz que vai incomodar os judeus. As narrações cruéis são, essencialmente, narrações do velho testamento. E elas existem. Estão lá. É só ler, começa em Génesis e vai até Malaquias. A interpretação dessas narrações é um exercício de exegese.
Beneficiará quem estiver disponível para trocar ideias e desenvolver pensamento, seja adepto de uma ou de outra perspectiva. O que tanta falta faz por terras lusas, neste e noutros assuntos.
Um eurodeputado, de nome M. David, que se diz Católico Não Praticante, ou seja, alguém que não pratica e, como tal, não participa dos sacramentos e que está condenado ao inferno, de acordo com a doutrina universal=católica, afirma ter vergonha de partilhar a cidadania portuguesa com um prémio nobel da literatura, que vive em espanha, porque este diz coisas feias sobre a bíblia para promover as vendas da sua mais recente obra, além de se afirmar comunista, indo também para o inferno de acordo com a doutrina universal=católica.
Arriscam-se ambos a partilhar cidadania infernal o que poderá não ser muito díspar da cidadania portuguesa já partilhada!
Arriscam-se ambos a partilhar cidadania infernal o que poderá não ser muito díspar da cidadania portuguesa já partilhada!
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